O ato de conceber mentalmente uma história é mais do que expressar por escrito uma produção da perturbação e insaciabilidade humana – é extrapolar os muros da imaginação, da fantasia, do ponto de vista pessoal, da opinião. E o melhor de tudo isso, é que a obra não se encerra apenas àquele que a fez, mas avança no processo de corrente para a cultura, por cada leitor. Mas para isso é necessário assuntar o livro e passar a primeira vista, começar a interagir e perceber que também pode fazer parte da história, consequentemente da ideia, da opinião, do ponto de vista coletivo.Sobre Muros é isso – opiniões, estilos, acontecimentos.Defesa, abrigo de personagens vivos e imaginários.Será que fazemos parte dessa ideia?